1 - Hospital CUF Tejo. Lisboa. Portugal.
2 - Conselho Português para a Saúde e Ambiente. Lisboa. Portugal.
3 - Serviço de Pneumologia. Hospital de Vila Franca de Xira Unidade Local de Saúde Estuário do Tejo. Vila Franca de Xira. Portugal.
4 - Hospital CUF Descobertas. Lisboa. Portugal.
5 - Sociedade Portuguesa de Pneumologia. Lisboa. Portugal.
6 - Serviço de Imunoalergologia. Hospital Dona Estefânia. Unidade Local de Saúde São José. Lisboa. Portugal.
7 - NOVA Medical School. Universidade NOVA de Lisboa. Lisboa. Portugal.
8 - Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica. Lisboa. Portugal.
9 - Sociedade Portuguesa de Pediatria. Lisboa. Portugal.
10 - Secção Pediátrica da Qualidade e Segurança. Sociedade Portuguesa de Pediatria. Lisboa. Portugal.
11 - Serviço de Medicina Interna. Centro Hospitalar Universitário de Santo António. Porto. Portugal.
12 - Instituto de Ciência Biomédicas Abel Salazar. Porto. Portugal.
13 - Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. Lisboa. Portugal.
14 - Unidade de Saúde Familiar Reynaldo dos Santos. Unidade Local de Saúde Estuário do Tejo. Vila Franca de Xira. Portugal
15 - Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar. Lisboa. Portugal.
16 - Associação Respira. Lisboa. Portugal.
17 - Serviço de Pneumologia. Centro Hospitalar Universitário de Coimbra. Unidade Local de Saúde de Coimbra. Coimbra. Portugal.
18 - Faculdade de Medicina. Universidade de Coimbra. Coimbra. Portugal
- Publicação em revista. Acta Med Port. 2024 Sep 2;37(9):654-661. doi: 10.20344/amp.22062. Epub 2024 Sep
Resumo: Este documento de consenso aborda a redução do impacto ambiental dos inaladores em Portugal. Foi elaborado pelo Conselho Português para a Saúde e Ambiente e pelas sociedades que representam as especialidades com maior volume de prescrição destes medicamentos, nomeadamente a Sociedade Portuguesa de Pneumologia, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica, a Sociedade Portuguesa de Pediatria, a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna e a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar em conjunto com uma associação de doentes, a Associação Respira. Reconhece-se o impacto significativo dos inaladores pressurizados doseáveis nas emissões de gases com efeito de estufa e a necessidade de transição para alternativas mais sustentáveis. Calculou-se a pegada de carbono dos inaladores pressurizados doseáveis e dos inaladores de pó seco em Portugal e estimou-se o nível de literacia dos médicos prescritores relativamente a este tema. Finalmente, foram elaboradas recomendações com o objetivo de acelerar a redução da pegada ecológica dos inaladores.
Palavras Chave: Administração por Inalação; Gases de Efeito Estufa; Inaladores de Dose Calibrada; Inaladores de Pó Seco; Nebulizadores e Vaporizadores; Pegada de Carbono; Portugal


