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2019

ANUÁRIO DO HOSPITAL
DONA ESTEFÂNIA

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INTERVENÇÃO FARMACOLÓGICA NAS PERTURBAÇÕES DE TIQUES

Mafalda Maria Martins

1- Serviço de Pedopsiquiatria, Hospital de Dona Estefânia, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE, Lisboa;

- 5º Encontro de Internos de Pedopsiquiatria Tema do encontro:  “Evolução das modalidades terapêuticas empedopsiquiatria” de 21 a 22 de Novembro de 2014 (Poster)

Resumo:
Introdução: Entende-se por tique um movimento (ou vocalização) súbito, rápido, recorrente e não rítmico. As perturbações de tiques são perturbações do neurodesenvolvimento e estima-se que 4 a 12% de todas as crianças sofram de tiques nalgum tempo do seu desenvolvimento. É dez vezes mais provável que as crianças e adolescentes sofram de tiques do que os adultos sendo a idade típica do começo dos tiques entre os 4 e 8 anos.
Objectivo: Revisão dos conhecimentos sobre as Perturbações de Tiques no que toca à intervenção farmacológica nas perturbações de tiques focando a evolução da mesma. Realizou-se uma pesquisa da literatura e foram também consultados livros relevantes para o tema em questão.
Discussão: Os antipsicóticos atípcos, nomeadamente a risperidona, têm ganho terreno na intervenção farmacológica nas perturbações de tiques. Na abordagem farmacológica importa ainda considerar as co-morbilidades como a Perturbação de Hiperatividade e Défice de atenção.

Palavras Chave: perturbação de tiques, neurodesenvolvimento, intervenção farmacológica e co-morbilidades.