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2019

ANUÁRIO DO HOSPITAL
DONA ESTEFÂNIA

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Correcção segmentar vs. não segmentar de escoliose idiopática Toraco-Lombar “To be or not to be ? …. “

João Campagnolo1, Jorge Mineiro1, Pedro Jordão1

1 - Serviço de Ortopedia Pediátrica, Hospital Dona Estefânia – Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, Lisboa

Reunião SEOP/SPOP - S. Sebastian, 14 e 15 Setembro de 2018 (Comunicação Livre)

Resumo:
Introdução: A decisão de corrigir uma escoliose de forma segmentar ou completa está sujeita a critérios clínicos e radiográficos bem estabelecidos. No entanto a evolução da patologia nem é sempre previsível e é necessário prevenir o paciente a família dos prós e contras de cada decisão. 
Relato de caso: Trata-se uma jovem de 14 anos com uma escoliose dupla torácica e toracolombar, muito alta e com excesso ponderal, que reunia critérios “border-line” para correção segmentar, apenas da curva torácica. Após um período pós operatório transitório de cerca de 1 ano, em que o resultado foi considerado mau por desequilíbrio lombar, e em que foi considerada a hipótese da extensão distal da instrumentação posterior, assistiu-se a uma autocorreção com um resultado notável.
Conclusões: Ainda subsistem algumas dúvidas sobre todos os fatores que se devem ter em conta para a escolha de uma opção de instrumentação segmentar em casos de escoliose com dupla curva.

Palavras Chave: Artrodese posterior, correção segmentar, escoliose, estratégia