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2019

ANUÁRIO DO HOSPITAL
DONA ESTEFÂNIA

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PARA ALÉM DA CIRURGIA

Maria José Costa

1- AMCA/Medicina Física e de Reabilitação, Hospital de Dona Estefânia, Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE

Comunicação apresentada nos II Encontros de Reabilitação Pediátrica , 25 e 26 de Novembro de 2016 - HDE

Resumo:
O impacto das pequenas malformações congénitas das mãos, não inseridas num quadro polimalformativo nem em grandes deformidades dos membros, tem um peso maior no contexto familiar que na funcionalidade da criança. Esta realidade não implica que não recebam os tratamentos adequados quer do ponto vista cirúrgico, quer do ponto de vista da reabilitação pediátrica. O Hospital D. Estefânia é uma referência nacional para estas malformações. O trabalho conjunto, ao longo de décadas, entre a cirurgia e a reabilitação pediátrica no tratamento destas patologias permitiu o estabelecimento de protocolos que, para além de melhorar os resultados clínicos das intervenções cirúrgicas, diminuiu a ansiedade dos pais em relação ao problema dos filhos. A autora aborda as pequenas malformações da mão que podem ser tratadas de forma conservadora, sem recurso a intervenção cirúrgica. É realçada, neste trabalho, a importância da reabilitação pediátrica, no pré e no pós tratamento cirúrgico, como forma de melhorar a função da mão malformada e contribuir para um melhor resultado estético, mantendo o alinhamento dos dedos e evitando as retracções cicatriciais.

Palavras Chave: Malformações congénitas na mão; reabilitação pediátrica.